Me levantei da cama com o cuidado de não acordá-la. Charlotte ainda estava lá, tranquila, com o corpo enroscado nos lençóis, os cabelos espalhados pelo travesseiro. A visão dela assim, tão vulnerável e serena, me fez sorrir involuntariamente. Minha pele ainda sentia os ecos do toque dela, do calor que compartilhamos.
Com um suspiro, me afastei e fui até o banheiro. O ar estava quente, carregado com o cheiro doce dela, como se o quarto ainda estivesse impregnado pela nossa entrega. Liguei a torn