Mundo de ficçãoIniciar sessãoALESSANDRO
O quarto do hospital estava frio e silencioso.Monitores bipavam ritmicamente, cada som um lembrete da fragilidade e da força que coexistem ali. Meu pai, Riccardo, repousava inconsciente, preso entre a vida e a borda da morte, cercado por fios e máquinas que regulavam cada respiração. A visão dele sempre trouxe respeito e medo, mas hoje carregava uma urgência nova — um fardo que só eu podia carregar.Pisei devagar, cada passo calculado. Falar com ele era um g






