Vivian despertou antes do amanhecer, o corpo ainda molhado de suor. As mãos agarravam o lençol como se segurassem alguma coisa prestes a escapar. Nos últimos dias, um sonho se repetia, cada vez mais nítido. Um homem surgia na penumbra, sempre de costas para a luz. Ela nunca via o rosto, nunca ouvia o nome. Apenas uma palavra se repetia, sussurrada como promessa: “Respira.” Então ele estendia a mão e a puxava para fora de um lugar que parecia desabar. Antes de alcançar a claridade, Vivian acorda