Era madrugada, Rosa e Guilherme não conseguiam dormir pelo mesmo motivo.
Ela se perguntava se realmente tinha visto o pai, e Guilherme estava intrigado com o medo que viu nos olhos dela.
O pé de Rosa não exatamente doía, mas o inchaço incomodava. Ela poderia costurar até pegar no sono, mas Guilherme não tinha permitido que levasse a máquina para sua choupana. Sem opção, sentou-se do lado de fora, na pequena área da casa.
Já Guilherme havia tomado outro banho, o terceiro da noite, e, mesmo assim