Guilherme colocou Rosa no carro. Ela gostava disso.
— Rosa, pode me prometer uma coisa?
— Depende… do que seria?
— Não pegue mais caronas com desconhecidos.
— Da próxima vez que me destratar, eu… MEU DEUS, É ELE!
O grito de Rosa preencheu o carro. Seus olhos estavam arregalados, o rosto tomado pelo pavor.
Guilherme freou bruscamente. Por sorte, ambos estavam de cinto de segurança.
No susto, Rosa se soltou, abriu a porta e pulou do carro, caindo desajeitada no asfalto. Um gemido de dor escapou d