Rosa engatinhou até Guilherme, ela ainda na cama, ele em pé, observando-a com olhos famintos.
— Hoje você vai colocar só o que eu aguentar... — ela murmurou, atrevida. — Mas da próxima vez, eu vou querer que você me soca sem dó, até eu engasgar...
Ela passou a língua na ponta do pênis dele, saboreando o gosto do pré-orgasmo. Era diferente, inusitado, mas não era ruim — ela até gostou da sensação.
Guilherme segurou os cabelos dela, não com força, mas com firmeza. Um leve puxão. Rosa não reclamou