A lua alta derramava um brilho prateado sobre a floresta silenciosa, refletindo nos galhos e nas pedras úmidas do rio. O vento soprava suave, carregando o perfume das folhas e o cheiro inconfundível de matilha. Hellena caminhava devagar, o corpo ainda pulsando pela energia que o encontro anterior com Augusto havia despertado. Cada vez que lembrava do toque dele, do olhar intenso que a despia mais do que qualquer palavra, o coração acelerava.
Ela tentava afastar a sensação, mas era inútil. O vín