A vila estava silenciosa quando chegamos. O céu escuro ainda guardava a lua cheia atrás das nuvens, e o vento carregava o cheiro da floresta, misturado ao perfume da terra molhada. Cada passo meu ao lado de Augusto fazia o chão vibrar de leve, e eu sentia cada músculo dele tenso, pronto para qualquer sinal de perigo.
— Fique atrás de mim — disse ele, firme, o olhar percorrendo cada sombra ao nosso redor.
Não me movi. Em vez disso, cruzei os braços, erguendo o queixo em desafio.
— Não vou me esc