A pedra do salão ecoou quando o cálice partiu-se contra o chão. Vinho escuro escorreu como sangue ao redor das botas de Vermon, mas ele sequer olhou. Estava parado diante da janela alta, os olhos fixos na escuridão lá fora, como se pudesse enxergar através das léguas e muralhas.
As velas do castelo tremulavam, ainda que não houvesse vento.
— Oriana… — repetiu, quase como um lamento. O nome pesava em sua boca. Um som proibido. Uma memória antiga, suprimida aos outros, à força.
Atrás dele, Thenos