O som das folhas sendo esmagadas sob os passos de Evelin era leve, quase imperceptível, mas não menos determinado. Ela saía do templo como se emergisse de um século de sono. Atrás dela, os cristais ainda pulsavam em um brilho fraco, como corações que dormiam, aguardando serem despertos novamente. Mas o dela, agora, batia com uma nova frequência. O poder que sentira naquele lugar a havia transformado. A marca no braço, espirais azuladas e finas que se entrelaçavam como tatuagens vivas, formavam