O ar dentro do templo era denso como o de uma cripta selada há séculos. O silêncio era quase absoluto, quebrado apenas pelo eco suave dos passos de Evelin sobre as pedras milenares. As colunas altas e arqueadas pareciam sustentar não apenas o teto, mas memórias enterradas, como se o próprio tempo tivesse parado ali.
Luz não havia. E, ainda assim, ela via.
As paredes do templo cintilavam fracamente, banhadas por um brilho que não vinha do sol, mas de inscrições entalhadas — runas que pareciam re