A floresta que se estendia ao norte de Oríntia era antiga. Suas árvores, altas e retorcidas, pareciam tocar o céu com galhos que mais lembravam garras. Evelin seguiu por trilhas semiapagadas entre folhas secas e troncos cobertos de limo, com os olhos atentos e os sentidos em alerta. O frio da manhã nublada envolvia o mundo em um silêncio denso, interrompido apenas pelo som ritmado de seus passos e do vento cortando entre as folhagens.
Ela sabia que não estava sozinha.
Desde que deixara o moinho