O céu desabava em fúria, como se a própria natureza clamasse por sangue. Raios rasgavam o horizonte, iluminando por frações de segundo a estrada serpenteante que levava à ponte. A chuva batia como pedras no para-brisa do carro de Amanda, que apertava o volante, tentando enxergar algo além da cortina densa de água.
De repente, faróis surgiram do nada — uma luz intensa, agressiva, como olhos demoníacos rasgando a escuridão. O som estridente da buzina ecoou, seguido pelo ronco ameaçador de um motor