UTI — Hospital Central de Moscou — Manhã cinzenta
A chuva cai fina e incessante, desenhando riscos tortos no vidro da UTI, como se o próprio céu chorasse. O vento frio bate contra as janelas, mas ali dentro... tudo parece suspenso. O tempo não avança. Só existe aquele instante — interminável, sufocante.
O som dos monitores preenche o ambiente, em uma melodia tensa, onde cada bip é um lembrete cruel de que a vida de Amanda ainda está por um fio. Ela está imóvel, pálida, frágil... mas viva. Ainda