Empresa Duarte — Dias depois
O tempo anda, sim. Os ponteiros não param. As horas seguem seu curso impiedoso. Mas, para quem vive a dor, tudo parece... congelado.
Dentro da Empresa Duarte, os corredores perderam a vida. As paredes, antes testemunhas de negociações acaloradas, de risadas, de passos apressados, hoje apenas ecoam um silêncio pesado, cortante, quase fúnebre.
João, Bruno e José estão de volta. Não por vontade. Não por força. Apenas porque o mundo lá fora exige. Porque o império que Am