O cheiro de antisséptico é forte. A luz fraca pisca levemente, refletindo nas paredes frias e estéreis da UTI. O som ritmado dos monitores é a única coisa que quebra o silêncio sufocante daquele lugar.
Amanda está deitada, imóvel. Seu corpo frágil parece pequeno demais em meio às máquinas que trabalham incansavelmente para mantê-la viva. Tubos, fios, sensores... Seu rosto está pálido, os lábios quase sem cor, e há marcas visíveis dos traumas que sofreu. Mas... ela respira. Ainda respira.
Ao lad