O Grupo Duarte parecia respirar por aparelhos, assim como sua líder. A ausência de Amanda corroía os alicerces de um império que, até então, parecia inabalável.
Nos bastidores, contratos desmoronavam. Sócios pulavam fora, alegando instabilidade. As ações despencavam a cada novo boato. Não era apenas uma crise financeira — era uma crise de identidade, de comando, de futuro.
Mas, curiosamente, ninguém desconfiava de nada além do mercado.
Para todos, a queda era natural, previsível. Uma consequên