Amanda Duarte... não resistiu
Ela está ali.
Tão imóvel. Tão frágil.
Mas... viva.
Os olhos permanecem fechados. O peito sobe e desce, guiado pelas máquinas.
E cada som que preenche aquele ambiente — os bipes, os sussurros dos aparelhos, o oxigênio — soa como uma trilha de esperança.
Porque, contra todas as probabilidades, contra o próprio destino, Amanda Duarte respira.
Mas quem pensa que isso acabou... se engana.
O que está por vir... será ainda mais sombrio. E mais mortal.
Moscou inteira parecia segurar o fôlego. As manche