A manhã chegou silenciosa, banhada pelo dourado do sol de Phoenix.
O quarto estava vazio. O outro lado da cama, onde Felipe dormira, ainda guardava o calor do corpo dele.
Alice ficou deitada por alguns instantes, os olhos abertos, o coração inquieto.
Havia um silêncio estranho, um vazio que não era ausência, mas pressentimento.
Ela respirou fundo, e o perfume dele, morangos selvagens, parecia se espalhar de novo no ar.
Sem saber como, ela o sentiu.
Não era lógica, nem razão. Era algo mais, o me