A luz da manhã atravessava a janela e tocava a pele de Liandra quando ela abriu os olhos e, pela primeira vez em dias, não havia aquele espaço vazio no peito.
Dormir com ele.
Ali, no peito dele.
Sentindo a respiração, o calor, o cheiro…
Depois de cinco dias de tormenta, era como mergulhar num lago quente depois de congelar por dentro.
Ela se espreguiçou devagar, como se o corpo tivesse finalmente lembrado o que era calma.
Quando levantou o rosto e viu Rafael a observando, apoiado no