O táxi parou em frente ao prédio pouco depois das duas da manhã.
Phoenix dormia sob um céu nublado, e o vento quente da madrugada parecia carregar o mesmo peso que apertava o peito de Alice.
Ela subiu o elevador em silêncio, o corpo cansado, a mente vazia.
Cada lembrança do que vivera em Chicago doía como uma ferida aberta.
Quando a porta do apartamento se abriu, ela mal teve tempo de acender a luz.
— Alice? — A voz de Liandra veio do corredor.
Ela apareceu segundos depois, usando um casa