O relógio marcava pouco antes das seis da tarde quando os portões da casa da matilha se abriram.
O som distante do piano misturava-se às vozes baixas dos convidados.
Flores brancas pendiam das colunas, e as velas acesas formavam um corredor de luz até o altar de pedra.
Tudo parecia perfeito.
Mas dentro de Felipe Orsini, o caos reinava.
O terno pesava nos ombros, a gravata apertava mais do que devia.
Ele estava ali, parado diante do espelho, tentando ajustar o nó que insistia em se s