Dmitry estava com a mão pousada sobre o ventre de Susan, os dedos se movendo lentamente sobre a pele ainda sensível, traçando símbolos invisíveis que só a essência dele parecia conhecer.
O calor dela, embora mais frágil que o normal, ainda vibrava como um farol. Suave. Constante. Uma melodia que o instinto dele reconhecia como lar.
Mas, naquela manhã, algo o desconectou por um segundo desse espaço silencioso: um som sutil. Leve, como o roçar de cascos na neve. O sussurro de passos, abafado por