Na cozinha da mansão Rurik, o cheiro de café fresco, pão doce assando e especiarias quentes enchia o ar.
Marina, a chef, corria de um lado pro outro, bufando alto enquanto murmurava:
— Agora temos que usar farinha da lua, manteiga batida ao som de harpas e morangos colhidos com orações. A senhora da casa não é mais só humana... Ela é divina! Divina! — Fez o sinal da cruz e depois um gesto antigo de bênção lunar. — E está grávida do novo eclipse do mundo!
— Eu ouvi isso! — Gritou Alexei, entrand