A casa estava silenciosa. Não aquele silêncio frágil de quando um bebê dorme, mas o silêncio denso que paira quando o destino se manifesta.
Demyan dormia no bercinho ao lado, envolto numa aura de proteção tão antiga quanto os nomes esquecidos da Terra.
Susan observava a criança. Sentada na beira da cama, os cabelos ruivos caindo como ondas de sangue e fogo sobre os ombros.
Dmitry entrou no quarto devagar. Fechou a porta sem som.
Ela sabia que ele estava ali — sentiu antes do primeiro passo.
— E