O ar dentro da mansão Rurik carregava o cheiro de pão recém-assado, frutas cortadas, café forte e, pela primeira vez em muito tempo, esperança.
No quarto principal, onde o luxo não era ostentação, mas expressão de zelo, tudo estava calmo.
Tapetes macios, cortinas de tecido francês bordadas à mão, móveis de madeira clara encantados com feitiços de silêncio e aconchego. As paredes em tons quentes agora refletiam o calor do novo ciclo que começava.
Demyan se mexeu antes mesmo do primeiro som.
Ele