A mansão Rurik, mesmo com todos os avanços tecnológicos, era um reduto onde o antigo e o moderno dançavam lado a lado. E entre brinquedos encantados que se organizavam sozinhos e hologramas ativados por voz, havia uma criança que estava prestes a bagunçar todas as leis naturais: Demyan.
Ele tinha cinco anos.
E naquele fim de tarde, enquanto corria pelos corredores com um dragão de pelúcia encantado que flutuava atrás dele, algo mudou.
— Pega, dragãozinho! Mas não morde! — Avisava, o cabelinho b