Sem ter para onde ir, Sasha entrou na primeira padaria que viu. Pediu um café forte, amargo como a manhã fria, e ficou ali, parado, observando o movimento sem realmente enxergar nada.
Pagou, agradeceu com um aceno breve e voltou para o carro, deixando o copo apoiado no console. Ligou o motor e saiu, sem rumo, sem direção.
As ruas da cidade passavam como borrões ao redor, e ele nem se dava conta do tempo. Só sabia que… Estava procurando alguma coisa.
Ou alguém.
“Já percebeu o que está fazendo, n