A expressão de Luna era um mosaico de emoções conflitantes ― espanto, incredulidade, e um pânico que ela lutava para conter. Era como se cada fibra de seu ser estivesse tentando compreender o impossível.
O silêncio entre as duas parecia uma entidade viva, pulsante, carregada de tensão. Apenas o som irregular de suas respirações preenchia o espaço, como se o ar ao redor estivesse pesado demais para ser rompido por palavras.
— Meu Deus... — sussurrou, virando-se rapidamente.
— Você esta... — Luna