CAPÍTULO TRINTA E UM — CERCADOS.

VICTOR BALTIMOR.

Eu estava no quarto de Melissa quando um dos seguranças apareceu à porta. Bastou o olhar tenso dele para eu saber que algo estava errado.

Minha mãe estava sentada ao lado da cama, observando minha filha dormir. Levantei-me com cuidado.

— Já volto — murmurei para minha mãe.

Saí do quarto e segui o segurança até o corredor.

— O que houve? — perguntei, em tom baixo.

— Senhor… a frente do hospital está tomada. Repórteres, fotógrafos, cinegrafistas. Alguns conseguiram acesso a prédios vizinhos. Estão tentando ângulos de tudo quanto é lado. Senti a irritação surgir.

— Quantos?

— Muitos. Mais do que o esperado.

Fechei os olhos por um segundo, sentindo a tensão subir pela nuca. Era exatamente o que eu temia. Bastava uma única imagem. Um único clique. Melissa não podia virar manchete.

— Reforce a segurança imediatamente — ordenei. — Duplique os homens. Quero cada janela monitorada. Ninguém entra, ninguém sai sem autorização expressa.

— Sim, senhor.

— E avise ao diretor do hosp
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