CAPÍTULO CENTO E NOVE — VICTOR NÃO ESTÁ BEM.
PABLO ALVES.
Tudo aconteceu rápido demais.
Um segundo, Victor ainda estava de pé, respirando aliviado, dizendo precisar voltar para casa. No outro, o corpo dele simplesmente cedeu, como se toda a força que o manteve vivo até ali tivesse ido embora de uma vez.
— Victor! — gritei, desesperado, tentando me levantar e ir até ele.
Mas senti uma mão firme no meu peito me impedindo.
— Senhor, não se mexa! — disse o enfermeiro, me segurando. — Fique onde está!
— Me solta! — rosnei, o pânico subindo pel