Os dias se arrastavam, e a sensação de estar presa em um pesadelo se intensificava a cada manhã.
Eu era o assunto principal das fofocas, e todos pareciam se deliciar com o fato de que eu estava morando com meu pai. A vergonha que eu sentia era esmagadora, e cada risada que ouvia nas ruas parecia ser direcionada a mim.
Leonardo, não facilitava as coisas. A presença dele era opressiva, e eu tentava evitar qualquer tipo de interação. Quando eu ia dormir, trancava a porta com medo que ele entrasse,