O sol ainda estava alto quando encostei o carro em frente à casa da amiguinha de Giulia. Ela saiu correndo pelo jardim, o cabelo preso em duas trancinhas e o vestido florido balançando conforme os passos apressados. Sorriu ao nos ver, e meu coração se apertou — como sempre acontece quando percebo o quanto minha filha cresceu.
— Papai! Isa! — ela gritou, abrindo os braços.
Desci do carro e fui o primeiro a recebê-la no abraço, mas logo Isa se abaixou ao lado e Giulia pulou para ela, como se aque