O quarto estava em meia-luz, um abajur aceso no canto projetava sombras suaves nas paredes. Eu entrei com Giulia nos braços, sentindo o peso do cansaço no corpinho dela, mas também o calor tranquilo da confiança em mim. Ela se aninhou no meu peito com a cabeça encostada no meu ombro, como fazia desde bebê, e suspirou. Aquele som, baixinho, me atravessou por dentro.
Coloquei-a com cuidado sobre a cama, puxei as cobertas com delicadeza e sentei-me ao lado, alisando seus cabelos finos. Ela estava