O silêncio do corredor do hospital pesava mais que os últimos dias. Havia algo sobre aquele andar em especial — as janelas grandes deixavam entrar o sol, os quadros com desenhos infantis tentavam colorir a dor, mas não conseguiam esconder a verdade: era ali que lutávamos por nossos filhos.
Deixei Isa e Giulia no quarto. A pequena dormia depois da sessão de quimioterapia. Ainda tinha o rostinho pálido e os olhinhos pesados, mas foi valente. Como sempre.
Desci com passos lentos até a ala onde aco