O corredor do hospital estava silencioso naquele início de manhã, como se o mundo tivesse diminuído o volume por respeito à dor de quem passava por ali. Andei com passos contidos ao lado de Isabella, enquanto meus sogros vinham um pouco mais atrás. Ninguém dizia nada desde que entramos. O clima era tenso, denso, como se todos estivéssemos evitando respirar muito fundo. E eu sabia por quê. Hoje seria o dia do exame de compatibilidade. O dia em que, talvez, descobriríamos uma esperança. Ou... a f