O barulho característico da máquina registradora se fechando ecoou como um sinal do fim do dia. Eu estava atrás do balcão, conferindo junto com um dos funcionários os últimos números do caixa, revisando cada valor. Ainda me sentia um pouco enferrujada depois de tanto tempo afastada, mas ao mesmo tempo havia algo reconfortante em retomar aquela rotina. Era como se cada pequeno detalhe me lembrasse que eu estava reconstruindo a minha vida — e, pouco a pouco, minhas memórias também.
— Tudo certo,