Serena dormia profundamente no carrinho, a respiração suave e ritmada lembrava uma melodia calma, dessas que fazem a gente esquecer, por um instante, de todo o caos do mundo. Ajeitei a manta que cobria suas perninhas e empurrei o carrinho devagar pelo corredor amplo da galeria.
Ainda era cedo, e o espaço estava quase vazio, exceto pelos funcionários que se movimentavam discretamente, organizando os últimos detalhes da reabertura. A cada passo, eu sentia uma mistura estranha de orgulho e melanco