Era como se minha mente fosse um caleidoscópio quebrado, onde pedaços de imagens surgiam e se desfaziam antes que eu conseguisse segurá-los. Fechava os olhos e de repente via um café pequeno, com o cheiro doce de canela e café fresco, o som de xícaras batendo contra os pires e, no meio disso, um par de olhos que me paralisaram. Castanhos, intensos, como se pudessem atravessar cada camada da minha alma.
Noah.
O nome ecoava, mesmo que minha cabeça latejasse pela confusão. Eu o via se aproximando,