A cozinha estava tomada pelo cheiro de café fresco e pão tostando. Eu me apoiava no balcão de mármore, ainda com a camisola meio solta no corpo, enquanto Noah se inclinava contra mim, suas mãos firmes na minha cintura. A luz da manhã atravessava as cortinas finas, iluminando os traços dele, e eu me perdia no jeito como seus olhos sempre pareciam me despir sem pressa.
— Você não me deixa nem respirar, Noah… — provoquei, sorrindo, tentando afastá-lo com uma das mãos.
Ele riu contra minha boca, os