O mercado estava cheio naquele domingo de manhã, carrinhos se esbarrando, vozes misturadas com o som dos caixas registrando compras sem parar. Mas, para mim, a sensação era de estar em uma pequena bolha, só minha, Noah e Serena. Eu empurrava o carrinho da nossa filha, que dormia tranquila, a cabecinha tombada de lado, enquanto Noah conferia uma lista meio amassada que tinha trazido do bolso.
— Falta só o café e o pão — ele murmurou, os olhos descendo pela lista. — De resto, acho que já pegamos