Quando abri a porta do apartamento, o som suave de risadas infantis e o cheiro familiar de sabonete infantil me atingiram antes mesmo que eu pudesse anunciar que tinha chegado. Larguei a pasta de documentos no sofá e segui o som até o banheiro.
A cena me acertou no peito como um soco — mas não de dor. Giulia estava ajoelhada ao lado da banheira, o cabelo preso de qualquer jeito, algumas mechas soltas coladas à pele úmida do pescoço. Ela sorria para Serena, que chutava a água com as perninhas, e