Ava
O céu estava dourado quando voltamos para o chalé. A luz do entardecer filtrava pelas janelas largas, banhando tudo com uma calma que parecia mágica. A brisa trazia o perfume da lavanda que ainda impregnava meu vestido. Meus pés estavam descalços, e a alma... leve.
Gregório abriu a porta pra mim com aquele jeito só dele — meio bruto, meio protetor. Me segurou pela cintura quando entrei e, antes mesmo que eu pudesse dizer qualquer coisa, me puxou para perto.
Gregório:
— A sua pele ainda tá q