Ela engoliu seco, os lábios tremiam. Algo estava errado, muito errado. Por que ele não olhava para ela? Por que ele não a abraçava?
— Não fala assim — sussurrou, as palavras quase inaudíveis. — Por favor.
Mas ele continuou como se não a ouvisse.
— Sempre quis uma família, você sabe bem... Sempre sonhei com filhos, irmãozinho e irmãzinha correndo pela casa. Mas… agora… — ele levantou o olhar, e naquele instante Sam viu a barreira invisível que se formou. A falta de esperança.
O sufoco apertou se