Sam
O som do riso ainda pairava no ar quando Samanta e Alberto cruzaram a porta de entrada de casa. Era um lar acolhedor, perfumado com a essência amadeirada do difusor sobre o aparador da entrada e tingido com a luz suave que escapava do vitral do jardim de inverno. Assim que entraram, Alberto puxou Samanta para perto e seus corpos se encontraram com a familiaridade de quem já se pertencia há muito tempo.
Ele a beijou com intensidade, a palma da mão segurando firme sua cintura, e Sam suspirou