Sam
Samanta despertou lentamente, os cílios pesados piscando contra a luz suave que filtrava pelas frestas da cortina. O lençol ainda morno abraçava seu corpo, marcado pelas lembranças de uma noite intensa. O cheiro dele ainda pairava no ar, aquele perfume amadeirado com fundo cítrico que se tornara o aroma do seu refúgio.
Ela estendeu o braço pela cama, buscando instintivamente o corpo quente de Alberto ao seu lado.
Vazio.
O frio do colchão denunciava que ele não estava ali há algum tempo. S