O som abafado das vozes enchia a sala de reuniões da Acrópole, onde Alberto Darius estava sentado à cabeceira da longa mesa de mármore negro. A manhã transcorria em meio a relatórios, números e apresentações, mas sua mente estava a quilômetros dali mais precisamente, no breve momento daquela manhã, quando deixou Samanta na porta do trabalho.
Ela sorriu para ele antes de sair do carro, mas havia uma sombra silenciosa em seus olhos que só ele pôde perceber. A lembrança daquela revelação ainda o a