Samanta
O carro deslizou pelas ruas molhadas, o vento noturno como um silêncio perpétuo que também me envolvia fosse concreto, moldando-se ao meu redor. Gabriel falava algo, em sua voz melosa e baixa, cada frase carregada de promessas não ditas, de convites escorregadios.
Ela apenas assentiu, o olhar perdido na janela, tentando conter a torrente de sensações que ainda pulsava sob sua pele, escondida sob a capa preta.
A maquiagem sob a máscara começava a pesar. Depois do encontro com Albe