“A dor da alma sempre grita mais alto que a do corpo.”
Angeline
Os olhos dele não negavam o ódio que sentia por mim, era algo tão estranho de se ver, os olhos que um dia me olharam com desejo e obsessão, agora me fitavam com nojo e rancor.
Eu queria poder abraçá-lo, dizer que sentia muito, mas como eu faria isso?
Eu ainda conseguia sentir o seu gosto quando ele se afastou completamente, e um vazio estranho tomou conta de mim sem tê-lo por perto.
— Matteo... — murmurei, sem forças.
— Você