“Ela me destruiu, me entregou… mas mesmo assim continua sendo só minha.”
Matteo
Joguei Angeline dentro do apartamento como se ela fosse um fardo que eu carreguei por anos, um peso que nunca me abandonou, mesmo quando tentei arrancar a porra da lembrança dela da minha cabeça. A porta bateu atrás de nós, e o silêncio foi preenchido apenas pelo som da respiração dela, acelerada, nervosa.
— O que você vai fazer comigo agora? — a voz dela saiu trêmula, mas tinha um toque de desafio. Aquilo me fez